Aborto: toda a vida pede amor

Aborto e maus tratos

"Eu defendo o aborto porque estou farto(a) de ver crianças abandonadas, maltratadas, a viver na miséria mais absoluta, na droga e na prostituição. Se todas as crianças fossem planeadas e desejadas, nada disto aconteceria e as próprias crianças seriam muito mais felizes."

1. O Dr. Philip Ney, professor de Psiquiatria da Universidade de British Columbia, publicou um estudo onde estabelecia claramente que o aborto -e a aceitação da violência que ele implica- levou a que tenha diminuído em muito a resistência psíquica, dos pais, à tentação de maltratar ou abusar dos filhos nascidos.

(P. Ney, "Relationship Between Abortion and Child Abuse," Canada Jour. Psychiatry, vol. 24, 1979, pp. 610-620)

2. O Professor Edward Lenoski estudou 674 casos de crianças maltratadas que tiveram de receber tratamento hospitalar. Para sua própria surpresa descobriu que 91% das crianças tinham sido planeadas e desejadas. Em média, nos EUA, só 63% das crianças são planeadas e desejadas. As mães começaram a usar roupa de grávida, em média, no dia 114, enquanto que a média nacional é 171; finalmente, 24% dos pais colocaram ao filho o seu nome enquanto a média nacional é de 4%.

(E. Lenoski, Heartbeat, vol. 3, no. 4, Dec. 1980)

 

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